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Relatório da Veeam mostra que confiança na recuperação de dados não se confirma após ataques de ransomware impulsionados por IA

Novo Relatório de Resiliência e Confiança de revela que 90% dos líderes de segurança acreditam conseguir se recuperar rapidamente, mas apenas 28% restauram totalmente os dados após um ataque de ransomware

SEATTLE, WA – 14 de Abril de 2026 — A Veeam® Software, empresa especializada em confiabilidade de dados e IA, divulgou hoje o Relatório de Resiliência e Confiança de Dados de 2026, que revela uma diferença crescente entre a confiança das organizações em sua resiliência cibernética e os resultados reais de recuperação. Com o avanço do ransomware, o aumento da pressão regulatória e os riscos de dados impulsionados por IA, até mesmo organizações mais maduras começam a perceber que confiar na recuperação e comprová-la são coisas diferentes na prática.

O relatório de Resiliência e Confiança de Dados, baseado em insights de mais de 900 líderes seniores de TI, segurança e risco em todo o mundo, aponta que, embora 90% das organizações afirmem estar confiantes em sua capacidade de se recuperar de um incidente cibernético, menos de uma em cada três vítimas de ransomware conseguiu recuperar totalmente seus dados. Em média, as organizações restauraram apenas 72% dos dados afetados após um ataque.

“A confiança na recuperação após um ataque de ransomware é alta, mas os dados mostram uma realidade diferente — e a IA está ampliando ainda mais essa diferença”, afirma Anand Eswaran, Chief Executive Officer (CEO) da Veeam. “Mesmo as organizações mais sofisticadas estão percebendo que existe uma diferença relevante entre confiar na recuperação e comprovar que ela de fato funciona. A resiliência de dados continua sendo um requisito essencial: saber quais dados você tem, onde eles estão, quem pode acessá-los e comprovar que é possível restaurar dados limpos e confiáveis rapidamente quando ataques — ou falhas operacionais — colocam o negócio sob pressão. A infraestrutura para adoção de IA evoluiu mais rápido do que a capacidade de protegê-la. As organizações precisam de capacidades de ponta a ponta para entender, proteger, governar e garantir a resiliência dos dados em velocidade de máquina.”

“A Veeam está redefinindo a resiliência de dados para a era dos agentes de IA, em que aplicações, dados e sistemas operam mais rápido do que os controles tradicionais. Nossa plataforma unificada de dados confiáveis, fortalecida pela recente aquisição da Securiti AI, oferece a visibilidade, precisão e confiança necessárias para tornar a resiliência operacional, permitindo que as empresas adotem IA com segurança, sem comprometer recuperação, conformidade ou continuidade. As organizações que vão liderar o futuro são aquelas que comprovam confiança, e não apenas acreditam nela — e esse é o novo padrão que a Veeam estabelece para o mercado.”
 

Principais conclusões: confiança é alta, mas há uma mudança crítica para a comprovação da recuperação. O relatório de 2026 destaca por que a “confiança na recuperação” precisa estar acompanhada de capacidades validadas e resultados mensuráveis:

  • 90% dizem estar confiantes de que conseguem se recuperar de um incidente cibernético dentro dos RTOs, mas apenas 69% afirmam que esses tempos estão totalmente alinhados aos objetivos de continuidade do negócio.
  • Entre as organizações afetadas por ransomware, apenas 28% conseguiram recuperar totalmente todos os dados impactados; 44% recuperaram menos de 75%.
  • Entre as empresas que sofreram incidentes cibernéticos, 42% relataram impacto em clientes ou usuários,
  • 41% registraram perdas financeiras ou impacto na receita e 38% enfrentaram indisponibilidade prolongada de sistemas críticos.
  • A regulação se consolida como um fator central de resiliência: 33% apontam mudanças regulatórias como uma das principais ameaças emergentes, número próximo ao de ataques cibernéticos (36%).

A IA avança mais rápido do que a governança — e amplia a exposição de dados

À medida que a IA deixa de ser experimental e passa a fazer parte da operação, o relatório mostra que muitas organizações ainda enfrentam dificuldades para manter visibilidade e controle sobre fluxos de dados entre aplicações, nuvens e serviços de terceiros.

  • 43% afirmam que a adoção de IA está mais rápida do que a capacidade de proteger dados e modelos.
  • 42% relatam visibilidade limitada sobre todas as ferramentas e modelos de IA utilizados na organização.
  • 40% dizem que as políticas de segurança ainda não foram atualizadas para lidar com riscos específicos de IA.
  • 25% apontam o uso de shadow IT e ferramentas de IA não autorizadas como uma preocupação relevante relacionada ao uso de IA por colaboradores e à segurança dos dados.
     

O que diferencia recuperações mais eficazes: quatro práticas essenciais

Independentemente do setor ou nível de maturidade, o relatório identifica quatro capacidades consistentemente associadas a melhores resultados:

  1. Visibilidade clara dos dados corporativos e dos riscos de IA, tanto em produção quanto em backups.
  2. Controles de segurança efetivos (e não apenas políticas).
  3. Recuperação comprovada por meio de testes realistas e validação.
  4. Alinhamento executivo sobre responsabilidades, indicadores e o que significa, na prática, “recuperar”.

Um sinal claro da transição da intenção para a execução: organizações com controles aplicáveis, como prevenção de perda de dados (DLP), apresentaram melhor visibilidade e menor defasagem de segurança à medida que o uso de IA avança.
 

Orçamento, métricas e preparo mensurável impulsionam melhores resultados

O relatório também aponta que a resiliência melhora quando o preparo se torna mensurável e quando a liderança passa a enxergar risco em termos de negócio:

  • 49% aumentaram os orçamentos de cibersegurança ano a ano.
  • Organizações com aumento de orçamento tiveram maior probabilidade de investir em fundamentos de resiliência, como armazenamento imutável e backup automatizado, além de apresentar melhores resultados em incidentes de ransomware.
  • A taxa de recuperação completa foi significativamente maior entre organizações com aumento de orçamento (40% contra 16%).

O relatório reforça uma realidade central para líderes de negócios: a IA amplia tanto as oportunidades quanto a exposição operacional, e os planos de recuperação precisam evoluir além de premissas. Confiabilidade de dados não é uma declaração — é uma capacidade comprovada por controles, clareza e recuperação consistente.

Para baixar o relatório completo de Resiliência e Confiança de Dados, acesse: https://go.veeam.com/data-trust-resilience-report.
 

Sobre a Veeam Software

A Veeam é uma empresa especializada em confiabilidade de dados e IA, focada em ajudar organizações a garantir que seus dados e aplicações de IA sejam compreendidos, protegidos e resilientes, viabilizando a adoção segura de IA em escala. Como líder de mercado em resiliência de dados e gestão de postura de segurança, a Veeam atua na convergência entre identidade, dados, segurança e riscos relacionados à IA.

A empresa oferece inteligência contextual sobre dados, identidades e modelos de IA, controla acessos para pessoas e agentes de IA, automatiza processos de privacidade, conformidade e remediação e protege organizações contra ameaças modernas — incluindo ransomware, desastres e falhas em IA — garantindo a recuperação de dados confiáveis.

Com sede em Seattle e presença em mais de 30 países, a Veeam atende mais de 550 mil clientes em todo o mundo, incluindo 82% das empresas da Fortune 500. Para mais informações, acesse www.veeam.com ou acompanhe a Veeam no LinkedIn @veeam-software e no X @veeam. 

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